Os dados usados pelo +Enem

Para construir o +Enem, a Meritt utiliza o formato de microdados, que são divulgados após os resultados no site. Isto porque os microdados são muito mais completos e possuem todos os dados dos alunos que realizaram a prova no Brasil, permitindo que as escolas possam ir muito além das médias.

 

Com os microdados obtemos o perfil dos alunos, quais os interesses deles ao participarem do exame, índice de acerto em cada um dos 180 itens da prova, detalhamentos da nota da redação e muito mais. O sistema que a Meritt desenvolveu trata esses dados brutos e os transformam em informações fáceis de serem lidas e interpretadas. Além disso, todos esses dados são contextualizados e organizados em uma interface de navegação fácil, para toda a equipe da escola.

 

Microdados

Ao se inscrever no Enem, o aluno informa o seu nome, dados pessoais e em qual escola está concluindo o ensino médio. Ele também responde perguntas sobre suas motivações para fazer o exame, que tipo de faculdade quer cursar, se já trabalha, se tem internet em casa, sua renda, dentre outras. Após a realização das provas, as notas do aluno são calculadas e somadas à pontuação em cada uma das competências de redação. A alternativa que cada aluno marcou em cada um dos 180 itens também é registrada.

 

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) é o responsável – dentre outras atribuições – pela aplicação e correção do Enem. É ele que mantém esse banco de dados e divulga anualmente em formato de microdados – um grande e complexo banco de dados, com milhões de variáveis e linhas.

 

A intenção da Meritt com o +Enem também é promover ações mais inteligentes com facilidade, qualidade e uma incrível experiência de uso. O +Enem apresenta os dados de performance dos alunos, os pontos fortes e fracos que precisam ser trabalhados e quais são as melhores estratégias para que a escola melhore no exame.